E
o coração
num
doce e suave pulsar
jurava
então
que
havia sempre de chorar
o
teu amor
que
era tudo para mim
A
minha dor
sem
ti então não teve fim
Nosso
amor
viveu
de sonhos e morreu de dor
Noite
e dia
na
mais cruel e horrível agonia
Todo
o ardor
desta
paixão imensa e infeliz
hoje
é dor
Lembro
quanto eu te quis
Lançamento: maio de 1928
Comentários: canção do maestro maranhense Verdi
de Carvalho,
que trabalhava no teatro com Vicente Celestino.